Fetaesc reúne diretoria nesta semana para planejar ações em 2018
Segunda, 29 de Janeiro de 2018 às 18:48
A Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares de Santa Catarina (Fetaesc) vai reunir a diretoria nesta semana em Florianópolis. O encontro está marcado para a quarta-feira, dia 31. Conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais em São Miguel do Oeste e diretor de Habitação da Fetaesc, Joel de Moura, o encontro deve tratar das principais ações para o ano de 2018. Este ano, a Federação comemora 50 anos de atuação no Estado.

Para Moura, a previdência deve continuar sendo foco da Federação durante este primeiro semestre. “A Federação nos chama todo o ano para fazer um planejamento do que vai ser trabalhado. A principal ação vai ser trabalhar a questão da previdência, mas temos habitação rural, crédito fundiário, a questão ambiental. É muito importante, a Federação poder ouvir os dirigentes de todas as regiões. Cada região tem um trabalho diferente, uma cultura diferente que tem que ser cuidada”, argumenta.

Moura salienta que a categoria está de olho na votação da Reforma da Previdência e que deve cobrar dos deputados catarinenses postura favorável aos trabalhadores do campo. “Se votada e sancionada pelo presidente, não vamos ficar desatentos, temos nossa equipe mobilizada e estamos conversando com os deputados de SC. Esperamos que eles cumpram com a palavra de que não mexeriam na agricultura. Até porque esse ano é um ano político e nós estamos orientando muito bem os nossos agricultores para que votem certo e não votem em deputados que ficarem contra os agricultores, independente de partido”, justifica.

Outro foco, segundo ele, é a habitação rural. A Federação está credenciada junto ao Ministério das Cidades e, agora, segundo Joel de Moura, aguarda recursos para investimentos. “O Governo Federal anunciou 400 mil casas para esse ano, mas não definiu para a agricultura quanto seria e quais regiões iriam atingir. Vamos à Florianópolis para buscar os recursos para os agricultores que estão esperando. Temos projetos há quatro anos parados”, finaliza.

Fonte: WH3
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